O Poder do Tempo
“Com efeito, os conceitos, assim como os indivíduos, têm sua história e, tal como eles, não conseguem resistir ao poder do tempo. E no entanto, por isso e apesar disso, guardam mesmo assim uma espécie de saudade da terra onde nasceram. Assim como a filosofia por um lado não pode ser indiferente a essa história posterior do conceito, assim também ela não pode ater-se somente àquela primeira história, por mais rica e interessante que seja. A filosofia exige sempre alguma coisa a mais, exige o eterno, o verdadeiro, frente ao qual mesmo a existência mais sólida é, enquanto tal, o instante afortunado. Ela se relaciona com a história como o confessor com o penitente, e deve, como um confessor, ter um ouvido afinado, pronto para seguir as pistas dos segredos daquele que se confessa; mas ela também está em condições de, após ter escutado toda a série de confissões, fazê-las aparecer diante do que confessa como uma coisa diferente. Pois assim como o indivíduo que se confessa pode muito bem ter condições não só de recitar analiticamente os feitos de sua vida mas também de relatá-los de maneira amena e agradável, e no entanto não consegue ele mesmo ver sua vida como um todo, assim também a história pode muito bem proclamar pateticamente, em alta voz, a riqueza da vida do gênero humano, mas tem de deixar à mais velha (à filosofia) a tarefa de explicá-la, e pode então desfrutar da alegre surpresa: no primeiro instante quase não quer reconhecer a versão elaborada pela filosofia, mas vai se familiarizando pouco a pouco com esta concepção filosófica, até chegar finalmente a encará-la como a verdade autêntica, e o outro lado como mera aparência.”
Soren Kierkegaard
"O Conceito de Ironia"
31.7.09
30.7.09
Jethro Tull
Thick as a Brick (1972) é o quinto álbum da banda britânica Jethro Tull. Sua letra é baseada em um poema escrito por um garoto fictício, "Gerald Bostock", ou "Little Milton". O álbum em LP transcorre ininterruptamente em ambos os lados, sendo de fato uma só canção.
O vocalista e compositor Ian Anderson ficou surpreso com a reação da crítica ao álbum anterior Aqualung como sendo um álbum conceitual, um rótulo que ele rejeitou firmemente. Com Thick as a Brick a banda se preparou para criar uma obra que se integrava deliberadamente em torno de um conceito: um poema escrito por um precoce garoto inglês que fala sobre os desafios de envelhecer. Na época (e ainda hoje) muitos acreditaram que Gerald Bostock era uma pessoa real. Por trás disso, o álbum pretendia ser um resumo de todos os outros pretensos "álbuns conceituais". A fórmula foi bem-sucedida, e Thick as a Brick alcançou o primeiro lugar entre os mais vendidos nos Estados Unidos.
A capa original do LP era uma paródia dos tablóides locais, trazendo notícias, contos, propagandas, etc. O falso jornal, com 12 páginas, ainda na época teve de ser reduzido ou mesmo completamente suprimido em lançamentos na América Latina e Ásia. Também o lançamento em CD comprometeu a arte da capa, reduzida para suportar o formato. Além disso, a primeira edição nacional em LP saiu com os lados trocados, o que confundiu algumas pessoas que compraram o disco na época.
Exposição de Fotografia "Re-n(h)aciendo-Me"
convite do prof. Pedro Marcolino

Marisa H. Caviedes nació en Madrid, donde reside, en el seno de una familia muy vinculada con el mundo del arte: su bisabuelo Rafael Hidalgo de Caviedes, su tío-abuelo Hipólito, su padre Rafael y su primo Manuel Quesada fueron pintores; su abuelo Rafael, su primo Jose Antonio Quesada y su hermano Rafael, arquitectos y su sobrino, Pedro Quesada, escultor.
Es fotógrafa y escultora.
Licenciada en Bellas Artes (2000) y Técnica Superior en Artes Aplicadas a la Escultura, antes de ello perseveró en matricularse en Arquitectura durante años…
Desde 1996 ha realizado numerosas exposiciones, tanto colectivas como individuales, entre las cuales cabe destacar: Reflexiones sobre la Mirada y los Espacios Vacíos, PhotoEspaña '00, en la Galería Ángela Sacristán y Osario Encarnado en la Galería EFTI, ambas en Madrid
convite do prof. Pedro Marcolino

Marisa H. Caviedes nació en Madrid, donde reside, en el seno de una familia muy vinculada con el mundo del arte: su bisabuelo Rafael Hidalgo de Caviedes, su tío-abuelo Hipólito, su padre Rafael y su primo Manuel Quesada fueron pintores; su abuelo Rafael, su primo Jose Antonio Quesada y su hermano Rafael, arquitectos y su sobrino, Pedro Quesada, escultor.
Es fotógrafa y escultora.
Licenciada en Bellas Artes (2000) y Técnica Superior en Artes Aplicadas a la Escultura, antes de ello perseveró en matricularse en Arquitectura durante años…
Desde 1996 ha realizado numerosas exposiciones, tanto colectivas como individuales, entre las cuales cabe destacar: Reflexiones sobre la Mirada y los Espacios Vacíos, PhotoEspaña '00, en la Galería Ángela Sacristán y Osario Encarnado en la Galería EFTI, ambas en Madrid
29.7.09
Bienal de Cerveira abre com críticas ao ministro
Como sempre cultura para quê?
Era preferível terem convidado o Cristiano Ronaldo...ou organizar um concerto do Tony Carreira...
Tinha sido um sucesso...
É lamentável...
A crítica foi transversal em todos os discursos de inauguração da XV Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira, ontem, sábado: o ministro da Cultura não esteve presente e não apoiou o evento.
Numa edição marcada por uma viragem ao nível da direcção - o pintor Augusto Canedo substituiu Henrique Silva, ao fim de sete edições -, a presença de Pinto Ribeiro esteve garantida até 48 horas antes da abertura do certame, até que o governante fez saber que ali não se iria deslocar.
O autarca José Manuel Carpinteira não gostou: "A bienal de Cerveira merecia outro respeito e outra atitude". Entre a assistência, ouviram-se aplausos de apoio. Era intenção da autarquia que, um hora antes do arranque da bienal, o ministro também inaugurasse o novo arquivo municipal da vila e terá até chegado a encomendar uma placa alusiva, com o nome deste, e convites a anunciar a sua presença, mas as expectativas foram goradas. A estrutura, cuja construção custou cerca de 700 mil euros, abriu sem a sua presença.
Na abertura da bienal, o novo director artístico, que dias antes tivera confirmação da presença de Pinto Ribeiro, comentou o facto de o evento ser suportado apenas pela Câmara de Cerveira e patrocinadores. "Não é justo", referiu.
Polémicas à parte a bienal irá manter-se de portas abertas até 27 de Setembro, com obras de mais de 260 artistas de todo o Mundo. Ontem foram divulgados os nomes dos vencedores do concurso deste ano: Isaque Pinheiro, Milica Rakic, Samuel Rama, André Sier, Mário Ambrózio, Marta Moura, Pavel Forman, M. Fagundes Vasconcelos, Lemeh 42 e Marcin Dudek.
ANA PEIXOTO FERNANDES
Era preferível terem convidado o Cristiano Ronaldo...ou organizar um concerto do Tony Carreira...
Tinha sido um sucesso...
É lamentável...
A crítica foi transversal em todos os discursos de inauguração da XV Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira, ontem, sábado: o ministro da Cultura não esteve presente e não apoiou o evento.
Numa edição marcada por uma viragem ao nível da direcção - o pintor Augusto Canedo substituiu Henrique Silva, ao fim de sete edições -, a presença de Pinto Ribeiro esteve garantida até 48 horas antes da abertura do certame, até que o governante fez saber que ali não se iria deslocar.
O autarca José Manuel Carpinteira não gostou: "A bienal de Cerveira merecia outro respeito e outra atitude". Entre a assistência, ouviram-se aplausos de apoio. Era intenção da autarquia que, um hora antes do arranque da bienal, o ministro também inaugurasse o novo arquivo municipal da vila e terá até chegado a encomendar uma placa alusiva, com o nome deste, e convites a anunciar a sua presença, mas as expectativas foram goradas. A estrutura, cuja construção custou cerca de 700 mil euros, abriu sem a sua presença.
Na abertura da bienal, o novo director artístico, que dias antes tivera confirmação da presença de Pinto Ribeiro, comentou o facto de o evento ser suportado apenas pela Câmara de Cerveira e patrocinadores. "Não é justo", referiu.
Polémicas à parte a bienal irá manter-se de portas abertas até 27 de Setembro, com obras de mais de 260 artistas de todo o Mundo. Ontem foram divulgados os nomes dos vencedores do concurso deste ano: Isaque Pinheiro, Milica Rakic, Samuel Rama, André Sier, Mário Ambrózio, Marta Moura, Pavel Forman, M. Fagundes Vasconcelos, Lemeh 42 e Marcin Dudek.
ANA PEIXOTO FERNANDES
27.7.09
Memórias das noites filosóficas da Soares dos Reis
Na "dialética transcendental", Kant examina a possibilidade dos juízos sintéticos à priori na metafísica. A "coisa em si" (alma, Deus, essência do cosmos, ...) não nos é dada em experiência alguma. Ora, como chega a razão a formar esses objetos? Sintetizando além da experiência, fazendo a síntese das sínteses, porque aspira ao infinito, ao incondicionado, ao absoluto. Nas célebres, "antinomias", Kant mostra que a razão pura demonstra, "indiferentemente", a finitude e a infinitude do universo, a liberdade e o determinismo, a existência e a inexistência de Deus. Ultrapassando os limites da experiência, aplica arbitrariamente as categorias e pretende conhecer o incognoscível. A metafísica é impossível como ciência, pois não se pode chegar mais, além disso...
"Só a crítica pode cortar pela raiz o materialismo, o fatalismo, o ateísmo, a incredulidade dos espíritos fortes, o fanatismo e a superstição, que se podem tornar nocivos a todos e, por último, também o idealismo e o cepticismo, que são sobretudo perigosos para as escolas e dificilmente se propagam no público"
Kant, Crítica da razão pura, B XXXIV
17.7.09
Na rota do românico
A Arquitectura românica em Portugal,tinha como principal função a construção de castelos, fortificações e também igrejas.
Os templos cristãos de então eram pesados, com paredes muito grossas, poucas aberturas e iluminação. A planta era normalmente em cruz latina, com três naves, duas laterais mais pequenas, e uma central mais larga; eram separadas por arcadas ou grossas colunas de pedra. A cobertura era feita em abóbada de berço ou de arestas.
Anexados à igreja estavam o campanário (torre sineira), o baptistério e por vezes claustros fortificados, que para além de terem a sua função religiosa serviam de refúgio para os populares durante ataques à povoação.
A Ordem de Cister trouxe, com a sua reforma, uma arte mais austera com o emprego de arcos apontados e abóbadas de berço quebrado, como em São João de Tarouca, o primeiro mosteiro da ordem fundado em 1140.
Os templos cristãos de então eram pesados, com paredes muito grossas, poucas aberturas e iluminação. A planta era normalmente em cruz latina, com três naves, duas laterais mais pequenas, e uma central mais larga; eram separadas por arcadas ou grossas colunas de pedra. A cobertura era feita em abóbada de berço ou de arestas.
Anexados à igreja estavam o campanário (torre sineira), o baptistério e por vezes claustros fortificados, que para além de terem a sua função religiosa serviam de refúgio para os populares durante ataques à povoação.
A Ordem de Cister trouxe, com a sua reforma, uma arte mais austera com o emprego de arcos apontados e abóbadas de berço quebrado, como em São João de Tarouca, o primeiro mosteiro da ordem fundado em 1140.
9.7.09
A arte está no Porto...

Este é um dos mistérios desta cidade...
Desde ontem e ao longo desta semana que se procede, na Rua José Falcão, na Baixa do Porto, à transferência dos trabalhos que ao longo do último ano têm decorrido num discreto armazém desta rua para uma casa centenária, mesmo ao lado. Esta casa acaba de ser renovada, recuperou o brilho dos azulejos verdes e o rendilhado decorativo. Construído em 1903, o edifício que foi casa de família e acolheu a Associação Cristã da Mocidade, antes de cair na ruína, vai ser agora um moderno atelier de alfaiataria, destinado à arte mais antiga deste ofício artesanal.
A iniciativa, pioneira nos seus contornos entre nós, partiu de um financeiro e mediador de seguros francês, Gilles Zeitoun, que desde há mais de uma década está ligado à associação Les Grands Ateliers de France e que nutre uma especial admiração pelo artesanato e pelo trabalho da alfaiataria em particular, por via familiar, querendo assim dar continuidade à arte do seu avô.
Em Paris, onde vive e trabalha, Zeitoun está associado à casa Torcello, de um velho mestre alfaiate de origem espanhola, José Gonzalez, que fabrica fatos à moda antiga para os principais estilistas da Europa. A progressiva perda da mão-de-obra especializada neste sector em França fez os dois empresários procurarem esses saberes artesanais noutros países. "Pensámos no Leste, na expectativa de que aí se mantivessem esses lavores, e fomos à Polónia, Roménia e Bulgária. Não encontrámos nada", explica Gilles Zeitoun. Alguém os aconselhou, então, a procurar em Portugal. Vieram parar ao Porto, há quatro anos, e encontraram na cidade não só costureiras e alfaiates que continuam a saber trabalhar os tecidos à moda de antigamente, como a casa onde de imediato imaginaram poder instalar o seu atelier.
"O prédio estava todo em ruínas, mas fiz questão de manter a traça original, adaptando-o apenas naquilo que era indispensável para criar boas condições de trabalho para os artesãos", diz Zeitoun. No rés-do-chão vai ficar a parte social de apoio aos 40 trabalhadores ("todos recrutados no Porto e na região", reclama o empresário francês), com os vestiários, cantina e até uma pequena esplanada interior, mas também a sala de corte dos tecidos. No 1.º andar, ao qual se acede por uma daquelas escadarias tradicionais das casas do Porto, fica a recepção e a administração e, nas traseiras, naquela que foi a parte nobre do edifício - uma sala de espectáculos envolta com uma galeria -, ficam as máquinas de costura e de formatação dos tecidos. Aqui foi feito o único acrescento estrutural no edifício, com uma nova galeria para receber as grandes máquinas industriais - que tiveram de ser serradas a meio e depois remontadas para passarem pelas portas. "Em Portugal, arranja-se sempre solução para tudo. Isto era impensável em França", diz Zeitoun, rendido à "capacidade muito portuguesa" de encontrar soluções imaginativas para grandes dificuldades...
Num atelier que fornece às costureiras e artesãos alfaiates confortáveis condições de trabalho, vão ser fabricadas artesanalmente fatos por medida e à medida dos desenhos dos designers das grandes casas de moda de todo o mundo. "É preciso criar condições logísticas para que os mais jovens tenham motivação para aprender estes saberes e práticas artesanais", diz Zeitoun, que vê nisto também uma forma de reagir contra a crise económica que afecta o mundo, e ao mesmo tempo uma alternativa à grande indústria pesada, cuja poluição está a destruir o Planeta.
Se o trabalho decorrer de acordo com as expectativas, e o optimismo militante deste empresário, a equipa de trabalhadores poderá duplicar dentro de algum tempo, e associado ao atelier poderá mesmo nascer um centro de formação. Para já, as atenções estão viradas para a confecção do primeiro fato, concebido e executado por José Gonzalez, que deverá ficar pronto na próxima semana.
EMISSORES REUNIDOS - O AMANHÃ DE ONTEM NÃO É HOJE
04 Jul - 20 Set 2009
RUA CÂNDIDO DOS REIS, N.º 74,
PORTO - Antiga Rádio Difusão Portuguesa
EMISSORES REUNIDOS é uma exposição em episódios que reabre e dá um novo uso a um edifício do Porto que foi até há dois anos uma estação pública de rádio, e que preserva marcas evidentes dessa ocupação: cabinas e auditórios de gravação, divisórias, vidros duplos, chão alcatifado, cortinas opacas, painéis de insonorização. Este prédio está situado num quarteirão de antigos escritórios, lojas e armazéns originalmente pertencentes ao Primeiro Conde de Vizela e desenhados por Marques da Silva, o mesmo arquitecto que assina o projecto da Casa de Serralves - prédio que com o declínio da indústria, particularmente do sector têxtil, acabou por ser adquirido pelo Sindicato de Bancários do Norte, que os destinou a outras actividades. Esta antiga Rádio testemunha o passado industrial da cidade, a sua ligação a ideias de futuro abandonadas, frustradas – no fundo, aos ideais de progresso que acompanharam determinadas utopias, como o modernismo, a industrialização e a tecnologia, e que se vieram a revelar amanhãs não concretizados.
Para cada momento de EMISSORES REUNIDOS dois artistas são convidados a produzir peças especificamente para o local, tomando em consideração as singularidades arquitectónicas do edifício, a história das suas utilizações. O primeiro episódio, O AMANHÃ DE ONTEM NÃO É HOJE, apresenta novos projectos de Isabel Carvalho (Porto, 1977) e Nicolás Robbio (Mar de Plata, Argentina, 1975).
O segundo episódio inaugurará em Novembro.
SERRALVES 2009 - A COLECÇÃO: VÍDEOS E FILMES NA CIDADE
Um conjunto de vídeos e filmes realizados por artistas portugueses e internacionais entre os anos 1960 e a actualidade. Estas obras cruzam diferentes gerações e reúnem diversas preocupações estéticas, permitindo avaliar a importância daqueles suportes nas várias redefinições a que a arte foi sendo sujeita nas últimas quatro décadas.
8.7.09
XV Bienal de Cerveira

A CULTURA DO PODER OU O PODER DA CULTURA
A cultura transforma as mentalidades, mas o poder tem medo das transformações sociais que não sejam ditadas por eles.
Há várias formas de poder, desde o poder político que estabelece as regras da economia, o poder dos usos e costumes que tem resistência á mudança e o poder de mercado que está sujeito a esses poderes.
Há ainda o poder da informação (ou desinformação) que condiciona todos os poderes à política do mais forte.
Todos estes poderes funcionam como um garrote à criatividade.
O criador que se exprime através de uma linguagem verbal, ou escrita, ou sonora ou visual, precisa de um veículo para comunicar e romper os usos e costumes para melhorar as mentalidades, cujo veículo está nas mãos dos poderes políticos e dos órgãos de informação.
Quem detém o poder económico manipula o poder político e os órgãos de informação, e, por consequência, as mentalidades. Pescadinha de rabo na boca onde o criador só tem a porta da “marginalidade” (entenda-se como à margem de…) para se exprimir, ou se vender ao mais ofertante.
A Bienal de Cerveira pretendeu desde sempre ser essa porta, contra os que pretendem “institucionaliza-la” ao serviço de “quem dá mais”.
Interrogar-se sobre o papel dos criadores no conceito desta Bienal, que faz 30 anos este ano, poderá ser tema da XV Bienal de Cerveira e tema de debate entre os vários poderes e os que se tem dedicado a desenvolver um novo conceito de valores entre os valores materiais e o conhecimento.
Henrique silva
Abril 2008
XV BIENAL DE CERVEIRA from Vitor Pedrosa on Vimeo.
4.7.09
O Homem T está na rua...
Foi pela noite dentro que ele saíu à rua


e pela manhã, eles já eram dezenas...


Pé ante pé surge...

Um Homem utópico,

Que se pode tornar real,

Se lutarmos por ele...

Um Homem verdadeiro nas suas convicções,

Um Homem que aceita o outro como se aceita a si,

Um Homem que respeita o outro como se respeita,

Um Homem que luta pela sua felicidade e a dos outros,

Um Homem que é sensível e não tem medo de mostrar essa sensibilidade,

Um Homem que é Homem, Mulher, ou outro, que é branco, negro ou outro,

Que é tudo ou nada, mas faz parte de uma sociedade inclusa de todos e para todos.


e pela manhã, eles já eram dezenas...
Pé ante pé surge...
Um Homem utópico,
Que se pode tornar real,
Se lutarmos por ele...

Um Homem verdadeiro nas suas convicções,
Um Homem que aceita o outro como se aceita a si,
Um Homem que respeita o outro como se respeita,
Um Homem que luta pela sua felicidade e a dos outros,
Um Homem que é sensível e não tem medo de mostrar essa sensibilidade,
Um Homem que é Homem, Mulher, ou outro, que é branco, negro ou outro,
Que é tudo ou nada, mas faz parte de uma sociedade inclusa de todos e para todos.
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