26.9.09

Buraco negro

Um buraco negro clássico é um objecto com campo gravitacional tão intenso que a velocidade de escape excede a velocidade da luz (299.792,458 km/s, equivalente a 1.079.252.848,8 km/h). Nem mesmo a luz pode escapar do seu interior, por isso o termo "negro" (cor aparente de um objecto que não emite nem reflete luz, tornando-o de fato invisível). A expressão "buraco negro", para designar tal fenômeno, foi cunhada pela primeira vez em 1968 pelo físico americano John Archibald Wheeler, em um artigo científico histórico chamado The Known and the Unknown, publicado no American Scholar e no American Scientist. O termo "buraco" não tem o sentido usual, mas traduz a propriedade de que os eventos em seu interior não são vistos por observadores externos.

Teoricamente, um buraco negro pode ter qualquer tamanho, de microscópico a astronómico (alguns com dias-luz de diâmetro, formados por fusões de vários outros), e com apenas três características: massa, momento angular (spin) e carga elétrica, ou seja, buracos negros com essas três grandezas iguais são indistinguíveis (diz-se por isso que "um buraco negro não tem cabelos"). Uma vez que, depois de formado, o seu tamanho tende para zero, isso implica que a "densidade tenda para infinito".

Para uma explicação mais rigorosa



Explicação mais acessível...

O buraco negro é um fenómeno do universo que suga qualquer planeta, estrela, cometa, meteoro, ou até mesmo luz, que chegue ao seu alcance. Ele aumenta de tamanho graças à energia desses objectos. Mas como? Por causa dos átomos. Os anéis dos átomos giram em volta do núcleo. Todos os objectos tem muitos átomos. O buraco negro, “espreme”, graças à pressão, todos os objectos. Então, os átomos também ficarão mais juntos. Seus anéis terão menos espaço para girar, e girarão mais rápido, causando mais energia que aumenta o tamanho e a força do buraco negro.



Portanto meus amigos julgo não haver solução para o problema, o buraco é realmente infinito e de lá nada sai...
Tenho medo!...

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